Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2008

O que estamos a fazer...

De manhã fomos ao mercado: eu, o Paulo e o professor Pedro.

Estava lá  a ASAE.

Agora estamos na UT a preparar as placas para o circuito de manutenção.

David

publicado por utmessines às 14:16
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Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2008

Segunda feira

Hoje está muito frio em Messines.

Se vierem para cá tragam roupa quente.

Susana

publicado por utmessines às 09:04
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Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2008

jornal "noticias da escola" - janeiro

Editorial

Cá estamos com mais um número deste nosso jornal “notícias da escola”, também disponível em:

http://utmessines.blogs.sapo.pt/

A equipa de redacção deste jornal deseja a todos:

Um bom ano de 2008

 


ANTÓNIO ALEIXO

 

António Aleixo nasce em 18 de Fevereiro de 1899 em Vila Real de Santo António e falece em 16 de Novembro de 1949 em Loulé.

Foi guardador de cabras, cantor popular de feira em feira, soldado, polícia, tecelão, servente de pedreiro em França, “poeta cauteleiro”.

Apesar de semi-analfabeto deixa a seguinte obra escrita que o Dr. Joaquim Magalhães teve o cuidado de passar a limpo: «Este livro que vos deixo», «O Auto do Curandeiro», «O Auto da Vida e da Morte», o incompleto «O Auto do Ti Jaquim» e «Inéditos».

Em homenagem ao Poeta e à sua obra, no parque da cidade de Loulé foi levantado um monumento frente ao “Café Calcinha”, local outrora frequentado pelo Poeta.

O antigo Liceu de Portimão passou a chamar-se Escola Secundária Poeta António Aleixo. Há alguns anos também passou a existir uma «Fundação António Aleixo» com sede em Loulé e que já usufrui do Estatuto de Utilidade Pública, o que lhe permite atribuir bolsas de estudo aos mais carenciados.

Ser artista é ser alguém!

Que bonito é ser artista...

Ver as coisas mais além

do que alcança a nossa vista!


Prevenção Rodoviária

Cinto de Segurança

Viajar com o cinto posto, o reflexo da segurança

O que é necessário saber:

- Sem cinto de segurança, um choque frontal pode ser mortal mesmo a uma velocidade de 20 km/h.

- Sem cinto de segurança, um corpo pode ser projectado através do pára-brisas ou de uma janela. É então impossível deter ou proteger uma criança nos seus braços. Os passageiros traseiros, serão projectados contra o assento dianteiro.

- Num choque frontal a 50 km/h, os braços têm que desenvolver uma força de mais de 2 toneladas para deter um corpo de 75 kg.

- Na eventualidade da viatura capotar ou incendiar-se, quem estiver a usar o cinto de segurança tem cinco vezes mais possibilidades de sobrevivência e na eventualidade de queda na água, tem três vezes mais possibilidades.

- Após um choque, a ejecção de um passageiro sem cinto de segurança é mortal em nove de cada dez casos.

- Na eventualidade de acidente sem ejecção, o cinto faz com que seja possível o passageiro ficar consciente e assim deixar rapidamente seu veículo.

O cinto é um elemento vital da segurança passiva do veículo, e divide pela metade o risco de ser morto ou ferido seriamente num acidente.

 

 

A lei:

Utilização de acessórios de segurança
Obrigatoriedade


1 – O condutor e passageiros transportados em veículos automóveis são obrigados a usar os cintos e demais acessórios de segurança estabelecidos em regulamento.

2 - Para quem utiliza o automóvel de forma consciente, colocar o cinto é tão importante como ligar o carro.

3 - Os condutores profissionais de transporte de passageiros (táxi, autocarro, etc.), não estão abrangidos por esta obrigatoriedade.

4 - Nesta contra-ordenação, e com excepção de menores inimputáveis, o responsável é sempre quem infringe e não o condutor do veículo. Ou seja, o responsável pela não utilização é quem comete essa falta.

 

Os fabricantes estão empenhados em melhorar o desempenho dos cintos tradicionais, e para tal criaram:

- Cinto regulável, para melhor adequação ao assento;

- Bloqueador do cinto, para melhorar o conforto;

- Retractor do cinto, que serve para ajustá-lo e prevenir um possível desgaste entre o mesmo e o corpo na altura do um impacto do veículo;

- Limitador do esforço, para reduzir a força exercida sobre o tórax;

- Airbag, um suplemento à acção do cinto, que limita os efeitos do choque.

 


O cavalo

Evolução

No período Eoceno (55 a 35 milhões de anos atrás) o cavalo tinha a estatura de um pequeno cão e não possuía casco, mas sim três dedos à nas patas da frente e quatro nas patas traseiras. Pensa-se que o cavalo adquiriu os seus cascos há 24 milhões de anos atrás, no período Mioceno, quando começaram a surgir as vastas planícies. Considera-se esta adaptação uma das mais significativas na evolução do cavalo.

Domesticação

As primeiras interacções entre cavalos e humanos ocorreriam muito milhões de anos depois. As primeiras pinturas rupestres de cavalos representam-no como um animal não domesticado, valorizado pela sua carne, retratando a relação entre presa/caçador.
Indícios indicam que a domesticação do cavalo deu-se em 2000 a.C., quando os bovinos e caprinos já faziam parte da vida do homem, e os cães já eram os seus fiéis companheiros há milhares de anos.

Pinturas rupestres em França e instrumentos recolhidos em escavações arqueológicas parecem indicar que o cavalo era mantido em rebanhos como fonte de carne e possivelmente leite. Teorias mais recentes apontam para uma domesticação do cavalo em 4000 a.C. no leste europeu.

 Os antepassados

Considera-se que o cavalo moderno descende dos cavalos da Eurásia. Os cavalos povoaram outrora o continente americano, mas o grupo extinguiu-se, pensa-se que devido à excessiva caça por parte do homem e às alterações climáticas, durante a Idade do Gelo. A Austrália e a África subsariana nunca foram povoadas por cavalos. Na África subsariana podem-se encontrar animais da mesma família do cavalo: as zebras. Também os asnos, ou burros, são da mesma família dos cavalos.

 

Existem várias teorias acerca dos antepassados do cavalo moderno.

  • Existência de apenas uma espécie em estado selvagem que depois da domesticação deu origem a subespécies distintas;
  • Existência de três “proto” cavalos que representam três espécies diferentes;
  • Existência de uma espécie subdividida em três subespécies.

 

Esta última é a teoria mais divulgada. Segundo esta tese, há três subespécies de cavalos primitivos que se desenvolveram na Eurásia:

  • Cavalo da Floresta (Equus caballus silvaticus) – Cavalos de pesada estatura com pelagem espessa.
  • Cavalo Asiático (Equus caballus przewalskii) – Pequeno e forte, é o único tipo que sobreviveu até hoje, apesar de estar à beira da extinção. Todos os outros cavalos que se encontram a viver em estado selvagem, como o Mustang, resultam da “libertação” de cavalos em tempos domesticados.
  • Tarpan (Equus caballus gomelini) – Extinto no século XIX, tenta-se agora reavivá-lo usando entre outras raças o Sorraia.

Estudos genéticos recentes revelam que poderão ter existido outros grupos ainda desconhecidos ao homem.

Cavalo e o papel nas civilizações

Existe alguma incerteza sobre se o cavalo foi primeiro montado ou se foi utilizado para puxar carroças. Contudo, a domesticação do cavalo foi uma revolução em todas as áreas de vivência do homem. O cavalo veio trazer mobilidade, tornou-se numa valiosa ajuda no campo agrícola e também no de batalha. Sempre que houve confrontos entre uma civilização “a cavalo” e uma civilização “sem cavalo”, por exemplo, os conquistadores espanhóis e a civilização Maia, invariavelmente a primeira saía vencedora. Os norte-americanos costumam afirmar que o seu país foi construído na garupa de um cavalo.

Mais do que qualquer outro animal doméstico, o cavalo esteve presente em todos os aspectos da vida do homem: viagem, guerra, desporto/lazer e até mesmo na alimentação. Durante séculos e até à revolução industrial, o cavalo foi a “tecnologia de ponta” das civilizações. Com a reforma dos cavalos como máquina de guerra e mais recentemente como meio de transporte e ajuda na agricultura, o cavalo torna-se cada vez mais um animal utilizado no desporto, lazer e simplesmente como companhia.

Apesar disso a domesticação deste animal é sobretudo valorizada como fusão entre o homem e o cavalo, dois corpos que funcionam em perfeita sintonia.


Provérbio:

 

Janeiro quente… Traz o Diabo no ventre.

 

publicado por utmessines às 11:37
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Hoje

Hoje estamos a tratar do blog e a preparar o jornal deste mês.

Depois vamos ao inglês.

Susana

publicado por utmessines às 10:58
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Eu e a escola

A escola é boa para os alunos .

Eu gostava de um dia ir trabalhar com cavalos, quando a escola acabar para mim.

Paulo

publicado por utmessines às 10:51
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