Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008

Jornal "noticias da escola"

O Regicídio

No dia 31 de Janeiro de 1908, o rei, que se encontrava em Vila Viçosa, tinha dado carta branca a um documento que autorizava a expulsão para fora do país ou o degredo nas colónias de todos os criminosos que cometessem crimes contra a segurança do Estado.

A maior parte dos historiadores pensam que o regicídio foi um acto que era há muito planeado e que esse documento não influenciou de forma decisiva o que viria a acontecer no dia seguinte.

No dia 1 de Fevereiro o rei ao regressar de Vila Viçosa desembarcou no Terreiro do Paço, na linha Sul e Sudeste.

Quando a carruagem se dirigia para o paço, o rei D. Carlos foi alvejado pelo caixeiro Alfredo Costa enquanto o príncipe D. Luís Filipe era morto da mesma maneira por um professor, Manuel da Silva Buíça.

D. Amélia conseguiu proteger o seu filho mais novo, D. Manuel que sofreu um ligeiro ferimento.

Os regicidas foram imediatamente abatidos enquanto a carruagem partiu em debandada para o Arsenal da Marinha.

 

O certo é que o regicídio marcou uma viragem abrupta na cena política. Dias antes, com o 28 de Janeiro, grande parte dos chefes revolucionários tinham sido presos e o próprio falhanço do golpe tinha fortalecido psicologicamente a política real.

O franquismo identificava-se com os objectivos do próprio rei e por isso a sua morte significava irremediavelmente o fim dessa tentativa de segurar um regime que estava preso por arames. Tanto mais que D. Manuel não estava preparado para um cargo para o qual não tinha sido orientado e que dificilmente conseguiria conduzir.

São Valentim

 

São várias as teorias sobre a origem de São Valentim e a sua associação ao Dia dos Namorados.

 

A teoria mais simplista apresenta São Valentim como um simples mártir que, em meados do séc. III d.C., recusou abdicar da fé cristã que professava.
A outra teoria, mais elaborada, defende que, na mesma altura, o Imperador Romano Claudius II teria proibido os casamentos, de forma a angariar mais soldados para as frentes das suas batalhas. No entanto, um sacerdote de nome Valentim, teria violado o decreto imperial, realizando casamentos em segredo. Após ter sido descoberto, Valentim foi preso, torturado e condenado à morte. Enquanto esteve na prisão, ele teria recebido muitas mensagens de encorajamento e flores das pessoas que acreditavam no amor.

 

Surgiu também, durante o seu cativeiro, uma mulher de nome Júlia, filha do seu carcereiro, cega desde nascença, que visitara-o com alguma frequência levando-lhe comida e muita conversa.

 

Diz a história que Valentim, sensibilizado com o problema de Júlia, implorou diariamente a Deus para que a fizesse recuperar a visão. Certo dia, durante uma das suas visitas, uma luz iluminou a cela e Júlia começou a chorar… ela começou a ver. Perante este milagre, a sua família converteu-se ao Cristianismo.

 

Claudius II, sabendo desta história e percebendo que Valentim não tinha renunciado o seu Deus, condenou-o à morte.


Quanto à data, algumas pessoas acreditam que se comemora neste dia por ter sido a data da morte de São Valentim. Por outro lado, outros reivindicam que foi a Igreja Católica a decidir celebrar a ocasião nesta data como uma forma de cristianizar as celebrações pagãs da Lupercalia. Resumidamente, Fevereiro era o mês oficial do início da Primavera, sendo considerado o tempo de purificação. O dia 14 de Fevereiro, na Antiga Roma, era dedicado à Deusa Juno – a Deusa das mulheres e do casamento. No dia seguinte, 15 de Fevereiro, iniciava-se a Lupercalia celebrando-se assim o amor e a juventude.

Durante os festejos, eram sorteados os nomes dos apaixonados que teriam de ficar juntos, sendo que muitas vezes esses casais apaixonavam-se e casavam. São Valentim, como tinha sido morto a 14 de Fevereiro, foi razão para fazer uma adaptação da Lupercalia ao cristianismo, tornando-o o protector dos enamorados.

 

São Valentim, além de proteger os namorados, é patrono dos Apicultores, e também é invocado contra a Peste.

Receita

Bolo de Chocolate, Iogurte e Natas


 Ingredientes:

  • 1,5 dl de azeite
  • 150 g de iogurte grego
  • 175 g de açúcar mascavado
  • 3 ovos batidos
  • 100 g de farinha integral com fermento
  • 125 g de farinha de trigo com fermento
  • 2 colheres de sopa de cacau em pó
  • 1 colher de café de bicarbonato de sódio
  • 60 g de chocolate para culinária derretido em banho-maria

Para o recheio e cobertura:

  • 400 g de natas para bater
  • 300 g de iogurte grego
  • 400 g de framboesas frescas

Confecção:

Unte com manteiga uma forma lisa com 23 cm de diâmetro e forre a base com papel vegetal.
Numa tigela o azeite, o iogurte, o açúcar e os ovos batidos e bata muito bem.


Misture as 2 farinhas, o cacau e o bicarbonato., e incorpore no preparado anterior mexendo muito bem.


Junte o chocolate derretido e bata.
Deite a massa na forma e leve ao forno pré-aquecido a (180ºC), durante 45-50 minutos (convém verificar se está cozido).

Deixe arrefecer por 5 minutos na forma e depois desenforme sobre uma rede metálica deixando arrefecer completamente.


Corte o bolo em 3 rodelas.
Prepare o recheio: Misture as natas  bem geladas e o iogurte grego e bata até obter um preparado firme.
Ponha uma rodela de bolo no prato de servir e estenda por cima um pouco de creme.


Espalhe um pouco de framboesas sobre o creme (se for necessário corte as framboesas ao meio).
Faça a mesma operação com a seguinte rodela.


Por último, ponha a rodela final e cubra com o restante creme.
Decore com as restantes framboesas estas inteiras e sirva.

 

Braille

O sistema de leitura para cegos, conhecido como Braille, surgiu a partir de um sistema de leitura no escuro desenvolvido por Charles Barbier, para uso militar. Quando o francês Louis Braille, que era cego, conheceu o sistema, passou a utilizá-lo e logo depois modificou-o, passando de um grupo de 12 pontos para um grupo de apenas 6 pontos, formado por duas colunas com três pontos cada. O agrupamento de seis pontos possibilita a constituição de 63 símbolos diferentes que servem para representar caracteres na literatura, na matemática, na informática e na música. O sistema foi inventado em 1825 e até hoje é utilizado em todo o mundo.

Apesar da sua eficiência em proporcionar o acesso das pessoas cegas a informação, leitura, estudo, etc. o sistema não conseguiu ainda progredir e atingir todos os meios da sociedade.

Sendo assim, o cego enfrenta muitas dificuldades pois dificilmente encontra outras pessoas que conheçam o sistema, e na maioria das vezes os equipamentos, sectores públicos, etc., não trazem as informações escritas em Braille.

O sistema Braille ainda tem que ser difundido para que as pessoas cegas sejam realmente incluídas na sociedade e possam ter maior autonomia.

Ler em Braille é muito fácil. Basta conhecer os símbolos e ler normalmente, seja com o tacto ou com a visão.

Os caracteres são lidos da esquerda para a direita e até sinais de pontuação são representados através dos pontinhos em alto-relevo.


Para escrever é necessário um pouco mais de técnica. São utilizados dois instrumentos: reglete e punção.


Há computadores que já conseguem traduzir de Braille e para Braille.

Actualmente há até alguns que conseguem imprimir páginas em frente e verso, reconhecer voz e transformá-la em Braille, entre outros recursos que facilitam o acesso de cegos à informática.

Há ainda outros equipamentos como brinquedos de montar, relógios que permitem a verificação das horas por meio do tacto, etc. Há outros equipamentos que não utilizam o Braille mas sim o som, para que os cegos possam ter melhor acesso. Muitos sites, computadores, sistemas em locais públicos, etc., já fazem uso deste método.

 

 

publicado por utmessines às 23:13
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